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Exibes perante mim...

por poesianunorita, em 11.02.13

Exibes perante mim uma nódoa negra sentimental,

como se fosse coisa só tua,

como se fosse um troféu mental. 

Tão latente mas tão patente, 

que nem é preciso um registo 

ou lente de aumento 

para ver de onde vem esse teu mal. 

 

Insistes  perante mim numa ilusão monumental, 

como se fosse coisa tua, 

como se fosse algo pessoal. 

Tão crescente, tão demente, 

almejando querer ser bem-visto 

num futuro advento

da nódoa negra fundamental.

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publicado às 16:49


Poesia sem palavras...

por poesianunorita, em 07.02.13

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publicado às 08:00


Persigo um pensamento

por poesianunorita, em 06.02.13


Persigo um pensamento
pelas vielas onde eles se escondem,
com a rede da razão numa mão e a outra a encher-se de espanto.
Sempre que passam persisto na perseguição,
mas apanho apenas algumas letras espaçadas, palavras soltas.


E por vezes a pele seca de frases incompletas, lá, nos becos esconsos onde o pensamento mudou de pele, mudou de rumo,
esquivando-se das minhas armadilhas, das minhas vâs tentativas 
para o prender.
Persigo um pensamento na cadeira do barbeiro
e no caminho de casa,
quase apanhando a sua linha dourada.

Aqueles que eu mais desejo prender
são os mais esquivos
cheios de artimanhas e volteios
fintas e maranhos.

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=219362#ixzz2K89ogOMH 
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

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publicado às 14:48


Vem dançar um fado comigo

por poesianunorita, em 28.11.11

Vem dançar um fado comigo

porque a valsa não me serve,

encosta em mim esse teu umbigo,

que por ele minha alma ferve.

 

Eu não me ajeito com essas

danças lá dos estrangeiros.

Por favor, mais não me peças,

não aturo mais devaneios.

 

Dizes que o fado não se dança,

que é canção de melancolia,

mas o fado novo tem pujança

e é também canção de alegria.

 

No fado há sentimentos

que podem ser trinados

folhas de vida, momentos

que merecem ser dançados.

 

Dança este fado comigo

porque para valsas não tenho jeito.

Encosta em mim o teu umbigo

e levaremos o mundo no peito.


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publicado às 18:35


A POESIA ESTÁ VIVA

por poesianunorita, em 28.03.11

 

 

 

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publicado às 23:40


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