Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

vizinho das nuvens

ENTRA E BEBE UM CAFÉ DE POESIA

vizinho das nuvens

ENTRA E BEBE UM CAFÉ DE POESIA

O ponteiro dos segundos pára sempre nas duas horas

Março 13, 2008

poesianunorita

O ponteiro dos segundos pára sempre nas duas horas,

que horas serão agora no vazio do pensamento?

Enquanto se tropeça em salientes motivações

não se observam os fenómenos do turbilhão vigente.

 

Apetecia adormecer em dezassete sílabas,

mas a noite transforma-se em dia, o sono em vida,

e de manhã escrevem-se poemas em pedras de gelo

afogadas no calor morrente dos seus sentimentos.

 

São detalhes de um pormenor ousadamente oculto,

peças de um velho mecanismo que “ticta” insolente,

vislumbres de eternidade contorcidos em espirais

de sangue, ferro e fogo nas veias de qualquer humano.

 

Talvez agora seja a tal hora parada no ponto,

duplamente certa, numa lógica incompreendida

por mentes livres, que afirmam: “o único relógio

honesto é o que está parado, pois nunca mente”.

Visitantes

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2011
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2010
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2009
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2008
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2007
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D